Especialidade de Natação Principiante I
Atividades Recreativas
Requisitos
- Ter a especialidade de Segurança básica na água.
Resposta: Você precisa dominar antes os fundamentos de prevenção de afogamento, respiração na água e flutuação básica para que a aprendizagem da natação seja segura. — A Cruz Vermelha recomenda o ensino sequencial em natação, partindo de adaptação à água antes da técnica de braçadas, modelo seguido pelos manuais oficiais dos Desbravadores.
- Com a água no nível do peito, buscar um objeto no fundo, sem ajuda e com os olhos abertos.
Resposta: Você precisa abrir os olhos debaixo da água para localizar o objeto com precisão e adaptar-se gradualmente ao ambiente aquático sem dependência da visão na superfície. — A adaptação visual à água é etapa fundamental no método australiano de natação infantil desde a década de 1960, sendo defendido por Forbes Carlile como base para todos os nados subsequentes.
- Saltar da borda lateral, na parte mais profunda da piscina.
Resposta: Você precisa verificar a profundidade da água, garantir que ninguém esteja embaixo e saltar com os pés primeiro mantendo o corpo reto. — A FINA, federação internacional de natação, recomenda profundidade mínima de 1,80 m para saltos de borda lateral, e o socorrista deve estar a menos de 5 metros do local em treinos.
- Dando um impulso, deslizar de barriga para baixo à distância de dois corpos.
Resposta: Você mantém o corpo totalmente estendido, braços à frente unidos junto à cabeça e pernas estendidas com os pés juntos. — A posição streamline é considerada pela World Aquatics como base de toda partida e virada na natação competitiva, podendo aumentar o deslizamento em até 20%, segundo estudos de hidrodinâmica.
- Nado crawl - 20 metros.
Resposta: Você alterna braçadas com batida de pernas contínua, gira o tronco de um lado para o outro e respira lateralmente entre uma braçada e outra. — O nado crawl moderno foi popularizado por Alick Wickham em 1898 e Johnny Weissmuller na década de 1920, sendo o nado mais rápido reconhecido pela World Aquatics atualmente.
- Nado de costas - 20 metros.
Resposta: Você fica de barriga para cima com o corpo reto, quadris perto da superfície e a cabeça levemente para trás com os ouvidos submersos. — O nado de costas é o único entre os quatro estilos olímpicos em que o atleta começa dentro da água, conforme regras da World Aquatics, exigindo equilíbrio constante na posição supina.
- Mudar de direção no nado livre de frente.
Resposta: Você usa uma braçada como pivô, gira o corpo para o novo rumo e ajusta a posição da cabeça mantendo a respiração lateral. — A mudança de direção em águas abertas, parte da técnica de sighting, foi formalizada nos manuais de triatlo da ITU como habilidade essencial para travessias em pelotão.
- Mudar de direção no nado de costas.
Resposta: Você usa um braço como pivô na água, gira o corpo lentamente para o novo rumo enquanto continua batendo as pernas. A cabeça fica levemente erguida para localizar a referência, e o outro braço retoma a braçada já apontando para a nova direção. — A virada gradual no nado de costas é parte do treinamento básico padronizado pela Cruz Vermelha Americana, importante para evitar choques com bordas e outros nadadores em águas abertas.
- Permanecer boiando por 1 minuto.
Resposta: Você se posiciona de barriga para cima, abre os braços em cruz e mantém as pernas levemente afastadas, enchendo os pulmões com ar para aumentar a flutuabilidade. — Os pulmões cheios aumentam a flutuabilidade do corpo humano em cerca de 10%, segundo estudos de fisiologia aquática, tornando a posição supina a mais econômica para flutuar prolongadamente.
- Deslocar-se na água por 20 metros usando camiseta.
Resposta: Você simula uma situação real de queda inesperada na água, em que normalmente está vestido. — Estatísticas da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático apontam que mais de 70% dos afogamentos em águas abertas ocorrem com a vítima vestida, justificando o treino com roupas como medida de prevenção.
- Realizar perna de crawl e costas com prancha por 10 minutos.
Resposta: O método de isolar a pernada com prancha foi popularizado pelo treinador australiano Forbes Carlile nos anos 1950 e tornou-se padrão em escolas de natação no mundo inteiro.