Especialidade de Quilling - avançado

Artes e Habilidades Manuais

Requisitos

  1. Ter a especialidade de Quilling.

    Resposta: Você deve apresentar ao instrutor o cartão devidamente assinado da especialidade de Quilling (básica) como pré-requisito para iniciar Quilling Avançado, comprovando que conceitos básicos da arte do quilling — enrolamento de tiras de papel, formas básicas (rolo solto, rolo apertado, gota, lágrima, olho), uso de cola e ferramentas — já foram estudados e praticados anteriormente conforme exige o programa adventista atualmente. — Quilling é arte do papel filigranado: tiras finas de papel são enroladas com ferramenta especial (quilling tool), formando rolos que viram pétalas, folhas, animais. Originou-se na Idade Média, em monastérios, para emoldurar relíquias. A especialidade básica ensina formas simples; a avançada (técnicas com franja, husking, frame, rosa dobrada) é mais sofisticada e exige domínio prévio das técnicas básicas para construir.

  2. Executar corretamente cada uma das técnicas a seguir:
    • Flor com franja
    • Rolo uva
    • Espiral
    • Técnica Husking
    • Técnica frame
    • Rosa dobrada (Curled Flowers)
    • Rosa curvada (Folded Roses)
    • Rosa espiral (spiral rose)
    • Tulipa (duck leg)
    • Tiras trançadas (Weaving Paper)

    Resposta: Você deve apresentar ao instrutor amostras das 10 técnicas executadas: 1) Flor com franja (tira cortada em franjas e enrolada formando flor pomposa); 2) Rolo uva (rolos pequenos colados em cacho); 3) Espiral (tira enrolada solta espontaneamente); 4) Husking (técnica de pinos para criar formatos); 5) Frame (papel sobre molde de gabarito). — Quilling avançado tem técnicas sofisticadas que vão além das formas básicas. Husking usa um quadro de pinos para criar formatos personalizados — técnica desenvolvida por artesãs do Sri Lanka. Rosas são as formas mais procuradas em arranjos. Cada técnica exige prática — algumas levam horas para fazer uma única flor pequena. Apresentar todas mostra domínio completo. Materiais: papel quilling (3-5 mm), cola PVA fina e ferramenta agulha.

  3. Demonstrar como usar corretamente:
    • Gabarito de círculos
    • Papel milimetrado
    • Gráfico polar

    Resposta: Você deve apresentar ao instrutor a demonstração: 1) Gabarito de círculos (peça com furos circulares de tamanhos diferentes — usado para padronizar tamanhos dos rolos de quilling, garantindo simetria nas peças); 2) Papel milimetrado (papel quadriculado em milímetros — para planejar layouts proporcionais, marcar centros e medir distâncias entre elementos). — Esses três acessórios profissionalizam o trabalho do quilling. Gabarito de círculos é uma régua circular que muitos artesãos usam para garantir que todas as pétalas de uma flor tenham o mesmo tamanho. Papel milimetrado vem do desenho técnico e é fundamental para precisão. Gráfico polar é especialmente útil em mandalas — divide o círculo em ângulos iguais (geralmente 8, 12 ou 16 partes), criando simetria perfeita.

  4. Demonstrar como impermeabilizar um trabalho em quilling e mencionar os cuidados para a conservação do trabalho.

    Resposta: Você deve apresentar ao instrutor a demonstração de impermeabilização: pulverizar verniz acrílico em spray (transparente, fosco ou brilhante) em camadas finas e secas (3-5 demãos com intervalo de 1 hora entre cada uma), em ambiente arejado e seco; alternativa — pincelar laquê acrílico em água ou cola PVA diluída. — Quilling sem impermeabilização é frágil — papel absorve umidade e descola facilmente. Verniz acrílico em spray é o mais usado por ser uniforme. Camadas finas evitam que o papel fique grudento. Quadro com vidro é a apresentação ideal — protege e valoriza. Bibliotecas e museus controlam temperatura/umidade para preservar manuscritos antigos. Para trabalho doméstico, evitar banheiros e cozinhas (umidade alta) pelo natural.

  5. Fazer 3 formas diferentes mesclando as cores.

    Resposta: Você deve apresentar ao instrutor 3 formas/peças de quilling com mesclagem de cores executada por você: 1) Forma 1 — flor com pétalas em degradê (ex: rosa do centro para vermelho nas pontas, ou amarelo para laranja); 2) Forma 2 — folha com tonalidades diferentes (verde-claro de base, verde-escuro nas extremidades). — Mesclagem de cores enriquece o trabalho de quilling. Técnicas comuns: tiras coladas em sequência (efeito degradê suave), enrolamento simultâneo de duas tiras (efeito espiral bicolor), ou colorir manualmente com canetas/aquarela após o enrolamento. Cores complementares (azul-laranja, vermelho-verde) criam contraste; análogas (azul-roxo) criam harmonia. A escolha depende do projeto e do gosto pessoal do desbravador.

  6. Fazer uma ferramenta artesanal para quilling e utilizá-la no cumprimento dos requisitos abaixo.

    Resposta: Você desenvolve a ferramenta de fenda (slotted tool) usando um palito de madeira ou agulha com uma fenda na ponta para prender a tira de papel. — A slotted tool original foi patenteada em 1986 por Jan Williams, mas o quilling tradicional já era praticado séculos antes com agulhas e penas adaptadas manualmente.

  7. Representar 4 dos seguintes animais usando as técnicas de sua preferência:
    • Coelho
    • Abelha
    • Tucano
    • Gato
    • Urso
    • Cachorro
    • Leão
    • Cisne
    • Borboleta

    Resposta: Você combina rolos soltos (loose coils) e formas de gota (teardrop) e olho (marquise) para compor cabeça, tronco e patas dos animais peludos. As tiras enroladas e depois ajustadas com pinça produzem o volume tridimensional do corpo. — O loose coil é a forma básica do quilling, criada pelo desenrolar parcial do tight coil; ele é a base para teardrop, marquise, square e a maioria das demais formas decorativas.

  8. Fazer os seguintes trabalhos em quilling:
    • Cartão
    • Personalizar uma capa de caderno
    • Decorar a tam pa de uma caixa
    • Porta retrato

    Resposta: Você deve aplicar verniz acrílico em spray ou cola PVA diluída sobre a peça finalizada para selar as tiras de papel contra umidade e poeira. — O verniz acrílico em spray, criado por A. Marsh em 1955 para hobby, fixa pigmentos e papel sem alterar cores quando aplicado em camadas finas e cruzadas.